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Presto a minha homenagem ao cinema e a quem o aprecia. A categoria cinema deste blogue são poucos filmes. Mas levava-os todos para uma ilha deserta.
Cidade Cenário: O COZINHEIRO, O LADRÃO, SUA MULHER E O AMANTE: [The Cook, the Thief, His Wife & Her Lover - Peter Greenaway - 1989]       Em “O Cozinheiro, O Ladrão, Sua Mulher e O Amante” (1989)...

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Once upon in the West - Sérgio Leone

Harmonica: I saw three of these dusters a short time ago, they were waiting for a train. Inside the dusters, there were three men.
Cheyenne: So?
Harmonica: Inside the men, there were three bullets.

Mas este filme, do qual tenho o DVD legítimo, tem muito mais encantos do que a máscula e hierática interpretação do Charles Bronson. Bom, ele é um canastrão, mas representa-se a ele próprio e os heróis não tem que ser todos assim dilacerados por dilemas morais e escolhas difíceis. 

Claudia Cardinalle
Claudia Cardinalle


Já as heroínas se forem sensuais e bonitas como essa diva da 7ª arte, Claudia Cardinalle,  e o fio da navalha da história deixa-a como grande vencedora.

Cherchez la femme.

 É que ela para além de terrivelmente sexy, é igualmente indefesa, apela aos instintos do macho Alfa, pois bem.




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O nome do blogue veio-me dum filme qualquer, penso que Duelo ao pôr do sol ou qualquer coisa do género, em que se defrontavam os cowboys num sítio chamado OK Corral.. .
A primeira foto foi uma foto no oeste Americano, com um tipo a cavalo adiante dum diligência. O Tenente Blueberry, um tipo que sempre gostei porque deve ter genes Portugueses. Por mais constrangedora que a situação se apresente ele arranja sempre uma saída airosa.

Isto são associações livres entre conceitos ou épocas. E cada um faz a sua. Alguém poderá muito legitimamente pensar que o blogue trata de porrada e assim. Mas não. É só um nome e um conceito, mais de publicidade, no seu imediatismo, do que de conteúdo.
Mas a vida é cheia de contrastes. De cambiante. De estados de espírito. De alterações. 
O fascínio do velho oeste e daqueles homens do celulóide vem do perigo, da eminência de perder a vida. 
Como diz o Harmónica man (Once upon a time in the West-Sérgio Leone): "os teus amigos tem uma alta taxa de mortalidade."

"Deadly Approach in Tombstone"
(Doc, Morgan, Wyatt & Virgil on their way to the O.K. Corral Gunfight - October, 1881)
Mas isto pode ser uma grande salgalhada das minhas recordações, um melting pot do pouco cinema que se vê na província. Por isso não sou entendido, apenas partilho convosco as emoções que certos filmes me provocaram. Esta cena do duelo final do final ao entardecer é dramática. E as palavras em Português são fortes. Está o caldo entornado.
Shining - Stanley Kubrick
Por outro lado suspeito que os cinéfilos tem capacidades que me escapam. E não tem a ver com saber enciclopédico. A imaginação deles é feitas com imagens enquanto que a minha, por vezes ajudados por eles, é feita de palavras. Tento imaginar como será planificar um filme, as intuições. A linguagem da câmara também a entendo, mas de modo rudimentar. Mas isso não me tira a fruição, porque o que interessa é o resultado final. Isto de qualquer modo não é dizer nada, o que eu queria era saber qual a sensação de poder imaginar, por cena, um filme (não se isso é possível ou é feito ou é corriqueiro). Nas obras do Kubrick, do Cronenberg (comparo muito a mosca à Metamorfose do Kafka), de David Linch, daquele italiano que também colaborou com o Sergio Leono, o Dario d' Argento. 
Pronto, eu admito, tenho uma certa queda para o lado negro. Mas isso vai-se vendo.

Artigo powered by the essential Trip-Hop Cuts (nestes dias tem sido assim)





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O Homem Que Sabia Demasiado: "Homeland", a boa ficção em televisão: Há quem defenda que, desde há uns anos a esta parte, se tem visto melhor ficção em certas séries de televisão do que no cinema. Estou tenta...

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Bauhaus - Mask
Toda a gente do tempo dos LP (Long play), recordar-se-ao do ruído de batata frita que o atrito entre a agulha e os sulcos do vinil, produzia, ao fim de imensas utilizações (nalguns casos sobrevivendo miraculosamente a festas...). 
Não tenho saudade do som, embora haja quem lhe ache certo encantamento. Mas das capas sim. Verdadeiras obras de arte a acondicionar outras obras de arte. Eis algumas que para além de me terem enchido as medidas e as noites e os dias, nos sítios onde me levaram, nos versos que fizeram sentido, nas evocações literárias que convocaram, agora que recuperei alguns, ainda me deixam maravilhado com elas, mesmo que as não ouça porque não tenho equipamento, tenho-os aí na estante.







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Ontem foi o Pyle do Full Metal Jacket, hoje é este Conan (ainda me lembro dele a cravar um selo num camelo porque lhe cuspiu e o animal cai redondo), ou luta com o predador ou então vem do futuro (o primeiro filme da série foi um murro no estômago  não me lembro de um vilão com tanto ar de ser indestrutível, mas sem parecer demasiado efeitos especiais).

Este era o poster que nos meus vinte anos decorava o espelho interior do armário no EPA (não! não era o Estabelecimento Prisional do Alentejo, era a Escola Prática de Artilharia, mas o meu assunto (especialidade) era ser condutor de máquina de escrever (Amanuense). Por isso achava piada a este John Wayne moderno. Até me dava alguma pica naquelas infindáveis topográficas. Agora é que eu estava bom para aquelas aventuras, com este gosto pelo mato e pelo exercício). Enfim...



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O Bitaites, sobre o qual pretendo desde o principio deste blogue escrever algo, atravessou-se hoje no meu caminho. Mas felizmente, sempre no bom sentido.
Da descoberta, da tentativa de melhorar.
O gajo, o Marco Santos, usa o Wordpress como plataforma do blogue. E a estética do Bitaites é simples, é fixe, tá bem organizada com etiquetas e vi logo ali que havia mais ferramentas disponíveis para poder trabalhar. Melhorar, enriquecer, torná-lo simples, atractivo.Uma coisa em branco ou cinzento, de cores suaves e arrumado, prático também para mim.
E apesar de apenas ter esboçados umas quantas pinceladas, consegui rapidamente personalizá-lo para algo de diferente e aperceber-me de algumas ferramenta extras e de algo mais que não consigo definir. Talvez know how. Isto não é uma critica para os da casa. Apenas que estarão num estádio de desenvolvimento inferior. É a ordem natural das coisas. 
E assim, digam também vocês algo.
É que a casa é muito grande e a visibilidade e a conexão com o mundo Google (com o Picasa e o inevitável Youtube, na partilha e na comunicação, não deixam de ser elementos que diria quase cruciais). Por um lado a estética melhorada, as ferramentas disponíveis para melhorar a qualidade daquilo que postamos. Por outro a visibilidade e a interconectividade dos anfitriões ...
Mas estas considerações são tecidas a quente. Portanto vale mais mostrar um pouco das minhas incertezas.

Queria igualmente através dum print Screen mostrar os resultados para "pancadariaoanoitecer", este blogue e "pancadariaaoentardecer", do Wordpress que criei e para o qual migrei o conteúdo todo deste. Os blogues tem um nome formal igual, apenas por uma desatenção minha são endereços diferentes. Isso impossibilita provar a minha teoria de que os resultados para a mesma chave seriam inevitavelmente diferenciados por um algoritmo da Google por forma a dar como primeiros resultados os do actual blogue. Mas isso não me espanta nada nem tenho nenhum reparo a fazer. É perfeitamente legítimo. Ainda assim vejam certa diferença:

pancadaria ao anoitecer - Google (o nome é fixe)

pancadaria ao entardecer da Wordpress (o nome é fixe)

Bom e para terminar, usa Ubuntu (temos que tentar seguir quem sabe da poda)



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