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Despedi-me, espero eu, da fidelização/escravização. Isto porque na minha perspectiva o serviço que eles me prestavam não era bom e queriam-me nessa situação durante mais um ano. Deram-me a oportunidade de experimentar a badalada 4 G. Mas aqui onde moro não há sinal de rede. Ponto final. Podiam ter isso em consideração e rescindia-se mutuamente. Mas não, foi preciso caírem na armadilha deles mesmos. Foi anulado o anterior contrato e no novo tenho 15 dias para devolver, e de acordo com um supervisor comercial da PT, nem preciso de dizer o motivo. Mas claro que disse. Da minha parte não houve qualquer deslealdade.

E pronto, o resto é abrirem-me sinal do Sapo ADSL e pronto! É que enquanto tive aquele produto a fidelização nunca me aborreceu, porque funcionou como deve ser. Aqui onde moro é claro. Não há só vantagens, não é tudo lucro.

Escrevo isto com um acesso da TMN (mesma tecnologia), que pensava que já estava desconectado. A minha sorte está a voltar. Aos poucos os problemas resolvem-se. 

E foi desde que recomecei a correr...

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A famosa migração para o 4 G foi um flop! Por isso enquanto navego nos intervalos dos falhanços talvez consiga publicar este aviso de indisponibilidade temporária de ligação à rede. Também preciso de algum descanso. 



Isto das corridas começa a mexer com o bio-ritmo. O corpo pede-me cama bem mais cedo e eu estou a ceder a isso.... e o espírito da noite começa a ser outro. Tenho essa ilusão de que enquanto for correr de alguma forma finto o envelhecimento.

Correr leva-nos tempo. Este sitio ficará para mais espaçadas narrativas, mantendo sempre o espírito aceso e a vontade e o gozo de fazer isto.

Até porque para além do Óscar há reforços de peso. Correr é bom. Mas correr acompanhado é mais fixe. Nem é preciso música.

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Correr é uma actividade que nos acompanha desde o principio de nós mesmos como espécie. Estamos preparados para o fazer. A arquitectura do nosso corpo prevê essa actividade. 

E em certas épocas deste caminho (eu ia dizer evolução) foi mesmo um recurso muito necessário para poder sobreviver. 

E não são precisas sapatilhas caras. Basta não as calçar-mos. Pode-se correr assim bem. O corpo ajusta-se com a repetição. 
Para correr não é preciso ter dinheiro ou ser um atleta. É preciso correr, por prazer.




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...

23.02.13
Eu propunha que todas as pessoas que involuntariamente deixam de receber menos por via do aumento de impostos que dirigissem uma carta aos respectivos bancos a fim destes fazerem os necessários ajustamentos nas prestações que alguns tem que lhes pagar. Eu cá acho inteiramente justo reivindicar tal coisa. Mas se muitos o fizessem seria uma forma de protesto. Podemos protestar de muitas formas. 

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Dos fragmentos de vida que vislumbro (perdoem-me nesta matéria não poder ser mais concreto, que até gostaria e não veria mal nenhum nisso). Mas tento captar o essencial. O temperamento. A resignação, a súplica acabem com isto. Não o faço deliberadamente. As condições assim o impõem. Sou obrigado a por vezes captar, não as circunstâncias relatadas, mas por via delas adivinhar os traumas que certos sorrisos ou escondem ou continuam lá francos e doces, apesar de.

E todas esta intimidades de que tomo conhecimento são de pessoas que tem específicos tipos de problemas. Felizmente não servem de amostra para os relacionamentos humanos. Eu apercebo-me de vidas traumáticas. E há pessoas que apesar disso continuam a sorrir. Às vezes pedem ajuda, outras compreensão ou apenas paz, sossego. Não sei interpretar esses sinais. Nunca fui nada bom a aplicar psicologia na vida prática.

E disto tudo, desta amálgama de sentimentos fortes que se digladiam, conseguem imergir estes momentos de ressarcimento. Eu obtenho alguma felicidade disto. E se puder retribuir também gosto. E tudo isto é breve, acontece em intervalos pequenos, com certas pessoas, em certos dias de calmaria...
mas bastam para até se extinguirem na poeira do meu esquecimento, me acalentarem a alma em certos momentos de solidão (com a qual convivo o melhor que posso...)

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Agora deu-me a paranóia (mais uma) das redes sociais e das novas tecnologias. Fui recentemente presenteado por 2 ataques digitais. De fontes distintas e de distinta forma. Um dos quais me ofendeu bastante. 

Por isso ando desconfiado e começo a pensar em toda essa gentinha que o que quer é sangue e historinhas de vão de escada para se entreterem no tédio mortal em que vegetam.

E que estas novas tecnologias também são usadas por gente desse calibre. Gente que nem se preocupa em respeitar alguma reserva da vida privada. Uma das coisas mais irritantes é estarem lá aqueles incentivos para novos amigos. E facilmente essas pessoas tem acesso a coisas que partilhamos com os nossos amigos.

Começo a não ter pachorra (era o que dizia o inspector da judiciária na Vila Faia) para isso e começa a perturbar-me a ideia de que posso ser espiado. Deixamos portas abertas na nossa vida digital. Somos, acho eu, muito descontraídos nas redes sociais. Não com os amigos, que esses merecem tudo, mas por causa dos outros...

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Amanhã deve ser o dia em que com a colaboração da rede 4G Optimus talvez seja resgatado ao obscurantismo que vivi nos últimos tempos. Mas não canto vitória, yet! 

Mas tal perspectiva deixa-me ansioso. Poder ouvir música em directo, ver videos. O velho PC é que não acha piada nenhuma a estas modernices, bem ouço as ventoinhas da fonte de alimentação e do processador a bombarem. Mudei de móveis aqui no passado domingo para garantir um local mais frio ao PC.

Mas uma chamada que pareceria de rotina foram 3 e no final a senhora que me atendeu teve mesmo que me ligar de volta. Agora aguardo que esta falhe ou que receba um e-mail. 

Mas tenho o cuidado de nunca descarregar nas pessoas que me atendem a minha insatisfação. Eles não tem a culpa de cumprirem ordens. Por isso por mais aborrecido que esteja tento sempre ser o mais amigável possível. E não é por alguém próximo trabalhar num sitio assim que sou mais sensível a isso. Tento ser assim.

Hoje ainda pedi ao meu torturador-obturador (o Dr. A... não me leve a mal, é um senhor simpático e bem disposto) desculpas por qualquer coisinha, no final daquelas 2 horas e meia eu já queria era que me arrancassem o dente e pronto. Dente do caraças! Ainda não foi desta! Está-me a dar muita luta.

Há muitas coisas a darem-me luta. Vou passar à acção: resistência passiva! Nem sei bem se saberei usar convenientemente essa técnica. Não a uso com as pessoas que atendo pessoalmente e pelo telefone (não são utentes nem contribuintes nem... bom! eu tenho que lhes chamar nomes piores, mas continuam a ser pessoas). 

E pessoalmente, sem ser no papel, sentimos mais as coisas e aproximamos nos mais da verdade material dos acontecimentos. Tais acontecimentos são parte da vida das pessoas. Na maior parte das vezes passam-me ao lado. Mas nem sempre. É nisso que eu capto a realidade da vida das pessoas. Fragmentos. 

Mas até para descrever tais fragmentos seria preciso ser outro a fazê-lo. Alguém que o saiba fazer com isenção e sempre com uma visão abrangente, sem preconceitos (eu tenho tantos, alguns nem sei que os tenho). E que escreva como escrevem os grandes escritores. Para outros seria preciso gente que estuda ciências mais obscuras e que usa com mestria jogos mentais para tentar decifrar mentes e os seus propósitos, porque alguns são bem negros, e não pensem que qualquer um de nós está a salvo. Eles podem atacar de surpresa.

Ainda esta semana me contaram um episódio que não vou relatar porque tem uma dimensão tão triste que me parece desrespeito por essa pessoa. Mas é alguém que tem em frente uma situação limite. 

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A noite resvalava para uma melancolia pouco boa. Depois que promovi a pen a um lugar mais alto consigo ouvir música em streaming e quando os sons familiares começaram a entoar numas velhas colunas que até não são nada más. A noite tava salva!





Hoje a banda sonora foi perturbada por uns repetitivos avisos de falta de bateria. Os phones bluetooth são práticos porque tem umas almofadas para os ouvidos e a qualidade do som melhora e não tem irritantes fiozinhos. Já levo tanta tralha que fios é a coisa que mais atrapalha. E dão para atender chamadas durante a actividade. Por acaso não gosto de chamadas durante essa altura, às vezes até tenho a indelicadeza de não atender. É um tempo para mim. Em que de tudo o que me rodeia todos os dias e vou com o cão sempre comigo, todo contente. E boa altura para sentir o prazer da música aliado à actividade. E vem pelo correio por preços módicos,  não é possível encontrar desse material  nas lojas da especialidade sem ser a preços proibitivos.
A banda sonora nem é preciso falar disso, vocês conhecem os meus gostos. Hoje foi Offspring que me ajudou a subir com aqueles insistentes avisos sonoros. E a Olimpus também ficou morta quando tirava uma foto comigo e com ele na Ecopista.

E sabem que mais, é cedo para os meus hábitos, mas estou com uma vontade do caraças de me ir deitar. 

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o ano passado corri 700 kms, rolei 3130 km de bicla e andei 137 km (registados no Endomondo)

A conversa em baixo é outra: hoje e o ultimo treino em 19/06/12.
O que eu escrevi logo na aplicação foi isto:

eu sabia que era bom. não há como ir para saborear tudo o que a corrida nos dá. Não é a felicidade, mas não fica muito longe. É só correr mais um bocadinho.


Não posso negar que estou emocionado e ansioso pela próxima corrida. O quotidiano alterou-se bastante desde essas marcas. Consegui o ano passado estar na melhor forma física de sempre. Corria 30 km na boa, andava bem de bicicleta, fiz uma prova oficial muito gira, a BTT de Mortágua (grande organização e grande mobilização popular em apoio à prova, 5 estrelas! Parabéns a Mortágua, tenho pena de este ano não voltar porque não estou em forma minimamente condigna para me inscrever). E aquilo não é para brincadeiras, desmontei uma série de vezes, tanto a subir como a descer...queria acabar a prova comigo e com a Molly em bom estado, muitas aventuras nos esperavam (e uma delas funesta, antes do assalto ao Caramulo... com um carro a fazer de pira e um tipo a teimar que a Molly estava dentro do carro...) que não se realizou: às 5 da matina recobrei os sentidos e disse ao M, não posso ir, acho que tive um acidente, estou no hospital e ele a pensar em ir ao hospital de Viseu, e eu em Coimbra). 
Mas durante algum, por causa disso, não pude correr. Ando desde Setembro a dizer que um dia destes vou correr. Foi hoje. Tinha mesmo que ser hoje nem que chovesse ou nevasse, nem que fossem só 2 kms. Mas o tempo colaborou. 
A memória do prazer da corrida existe, mas bateu-me forte um dia destes. Falei sobre isso.
Descrever o que se sente, só correndo. 
Pensei que ia ter mais dificuldades, de respiração nomeadamente, mas foram as pernas as primeiras a queixarem-se. Ainda andei 500 descalço para ver se a mudança de técnica de corrida aliviava as dores, e durante algum tempo resultou, mas os pés não estão habituados agora a correr assim. Tem que se ir devagar por ora, ir apenas correr por prazer.
Esta aplicação GPS é muito boa, regista tudo, faz estatísticas  regista o percurso, etc. E assim podemos avaliar a nossa forma. O maior problema vai ser acordar de manhã cedo... (hum?).

Há uma máxima que li algures que levo muito a sério:

não somos velhos para correr, mas sim porque deixámos de correr.



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