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Sendo os Smashing Pumpkins A Banda do momento e tendo em conta que os ouvi ao vivo pela primeira vez no RIR, em Maio de 2012, devo desculpar-me de tamanha distracção...

Bill Corgan começou por ser uma voz esquisita nos dias que antecederam a romaria para ver o primeiro mega concerto na vida, com umas músicas sacadas à pressa para me inteirar do que me esperava.

Depois, aquela guitarra quase me enlouquecia nessa madrugada no Parque da Bela Vista. Foi a primeira reacção a tamanho virtuosismo. 

Fui fruindo a música deles, sem me importar por quem fazia aqueles solos. A sério! 

Quando os vi ao vivo a questão não se colocou. O choque foi tão grande que demorei a recompor-me daquele som.

Só agora vejo que para além de compositor e letrista e elemento único dos Smashing que está lá desde a fundação, que ele é um excelente guitarrista.

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Nunca se deve confiar nos pensamentos que temos logo que acordamos. Quando acordo acho sempre tudo tão estranho, o que tenho para fazer, seja desfazer a barba, seja ir mexer em papeis (quando sei que vou para o ciclismo ou correr a seguir isso não me acontece).
Marcos miliares (de mil milhas), floresta de Albergaria, Parque Nacional da Peneda-Gerês, na Geira, estrada Romana que ligava Bracara Augusta a Astorga (caminho de Legionários...)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Nacional_da_Peneda-Ger%C3%AAs

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Gostei de rever as vinhas da Casa de Santar, a estenderem-se perfiladas aos cordões, não a perder de vista, mas por diversos hectares.
E uma vinha nova noutra encosta. O  Vinho pode ser tanta coisa de boa se for apreciado como deve ser, mas tem uma face muito negra... em demasiadas pessoas por aí fora, as vinhas não.

E a nacional 231, as curvas e contracurvas que foram rotina há alguns anos.

E o café onde me dava muito bem com o Sr. N...
O meus amigos M... e V... andavam profissionalmente por lá...

Poderia tê-los conhecido naquela altura.

Uma brasa hoje... e o restaurante da Manhosa a ensombrar a paisagem. O passado a cobrar os tropeções. Os humaníssimos tropeções de que falo volta e meia. 

Mas nada tira a tristeza de uma oportunidade falhada de ser melhor pessoa.

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Não tenho nem tempo nem disponibilidades de carteira para viajar mais. Gosto de ir a cidades. Gosto de andar nas ruas a pé a ver pormenores de arquitectura. A fotografá-los. A colher os cheiros, e os materiais. Todas as cidades tem os seus encantos à nossa espera. Temos apenas que os descobrir. Há muito que quero dar uma volta por Viseu e tirar umas quantas fotos.

Viseu é uma cidade que cresceu harmoniosamente à volta das circulares que rasgaram nos arredores da cidade mais antiga. E cresceu horizontalmente. 

À parte a volumetria monstruosa do edifício da Segurança Social, os prédios tem alturas semelhantes. Há urbanizações modernas com blocos de apartamentos com boas soluções de arquitectura. Há acessibilidades para peões e deficientes e muitas árvores nas avenidas.

Uma boa cidade para se viver. As fotos um dia destes cá virão parar...

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O imprevisto

14.06.13
Re-postada duma rede social, da página do Obvious, um blogue de eleição. 


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Aquilo que me seduz em Edward Hopper são as cores fortes e aquela solidão das pessoas.
"Automat"
A esta rapariga diria para a consolar: Poderia não ter que ser assim!

 mas nunca saberemos porque está aquele banco desamparado...

e nos bancos desta vida?


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Há dias assim,  e os dias de muita gente são assim. Gosto da rotina que me ajuda em coisas úteis, no trabalho, porque a rotina conforta, dá-nos segurança, está tudo previsto, e até faz jeito que assim seja.


Mas o empolgamento, o entusiasmo é aquilo que sai da rotina, o que é novo, o que nos faz sentir vivos e palpitantes. Eu gosto disso. De me emocionar com um filme, uma música, uma pessoa. É um bocado esse o combustível para a vida.

E é-me terrivelmente difícil fazer coisas que não gosto. Mas é ainda mais terrível a ante-visão. Não raras vezes, o facto de pensarmos muitas vezes num assunto por resolver que não nos agrada, ainda o torna mais desagradável.

No entanto, a maioria das vezes deito mão à obra e conforme vejo o objectivo a ser cumprido, não tendo o combustível do entusiasmo, tenho o do dever cumprido. E vistas as coisas, até não custou nada.

Bloqueios de quem joga à defesa, mantendo a zona de conforto protegida de saídas furtivas, de aventuras, de desconfortos. 

É que a zona de conforto para mim também tem a ver com inúmeras regras que a sociedade nos impõe, que interiorizamos. É que fico mesmo na dúvida, o que é bem esta Zona de Conforto.

Mesmo os que aparentemente não ligam a isso e até fazem/dizem o que lhe apetece, não estão numa qualquer zona de conforto tipo o conforto para eles ser a nossa zona aventurosa?

Mas que digo eu?



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Injustiça a minha, a de ter esquecido os Guano Apes nas minhas bandas com Senhoras, e este tema This Time diz-me muito porque é daquelas músicas que ajudam a balizar o nosso tempo e que de repente vem lá vem do passado, não muito  distante, em que os meus sonhos eram mais concretos e concretizáveis, agora apascento dúvidas que se avolumam no meu passado.

Não me faz lembrar ninguém em especial, mas é um empolgamento, é uma seta a qualquer coisa que ficou pendurado num momento do tempo, tão insignificante quanto transitório.

Por aqui me retenho, neste éter improvável, neste sítio alojado numa nuvem em que todos pairamos.

Sandra Nasic, de seu nome.

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- O homem fez-se para guerrear!

Non ou a Vã Glória de Mandar,
1990, Manoel de Oliveira

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Os In The Cisus são "uns putos" (isto é com amizade que digo), de Canas de Senhorim, que tocam covers cujo som me agrada bastante. Alguns dos temas que tocam nem conheço de que bandas são... mas não me importa nada isso.
Gosto deles pelos temas que escolhem  para interpretar e pela qualidade do som. 


Eu quando digo qualidade digo que gosto do som deles e que me divirto. Já tive o prazer de os ver algumas vezes e acho que tem evoluído.

Tem um guitarrista solo que me deixou siderado na última vez que os vi n' A Serração. 

Tocaram um instrumental de blues que me deixou varado. 
Não me lembro de ser tão surpreendido desde que ouvi Smashing no RIR.
E tenho mesmo que os louvar por ousarem cantar temas originais, arriscar em fazer algo vindo deles próprios. 


É aliás a pergunta que faço quando falo com malta de bandas de covers cujo som me agrada, (Sepúlveda, Rock n' Riders), é se cantam e tocam temas originais.
Revela vontade de ir mais além, de quebrar o comodismo das covers e de arriscar com material original.
Bem hajam por isso, sou vosso fã.



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