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31.01.14

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De vez em quando volta-me a ideia. Do blogue em alojado no WordPress. Por qualquer razão ainda acho que aquilo é melhor...

Todavia, as conclusões devem-se tirar depois de uma experiência mais demorada, conhecer convenientemente as ferramentas disponíveis e fazer a comparação.

Levo quase dois anos de Blogger e faço as coisas de olhos fechados. Lá não. O truque e a experiência que fiz foi importar para lá o blogue. 

Mas talvez até surja alguma ideia para aquela réplica deste blogue noutra plataforma. 

Para já mudou de nome, e passou a chamar-se Pândega ao Entardecer. Mais do que pancadaria isto é uma pândega. Ou tento que por vezes seja. Nem sempre. 

Não sei se tenho tempo e pachorra para isso, mas ver com mais acuidade como aquilo funciona, parece-me realizável.


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Não somos todos feitos da mesma massa. Nem todos vemos o mundo com os mesmos sentidos. A mim calhou-me ser assim como aos outros calhou serem como são.

Certas circunstâncias da vida, as mais traumáticas, desencadeiam ondas de choque que se propagam no tempo e abrem caminhos que essas pessoas exploram (agradeço sinceramente à entidade que me livrou de gostar de jogar a dinheiro).

 Não agradecerei outras, como todos nós.

E coincidências ou não tinha acabado de introduzir num verso I think I'm paranoide, dos Garbage, 

e o rádio streaming lá me pôs a pensar nesta coincidência, ao passar a dita música cantada por essa diva da pop chamada Shirley Manson,

Escolhi uns quantos versos, não poemas, escrita errática, devaneios, histórias, sensações próximas, com o tema maior da malta que escreve, com o tema maior que, em termos biológicos se chama prossecução da espécie, mas em termos humanos significa muito mais.

O Amor e o Resto (o jeito está cá todo), brevemente disponível para Download livre.



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De todo este artigo, destaco estes parágrafos e um comentário da minha autoria... até porque aqui me permito destacar a negrito as que mais me impressionaram, o relato da primeira parte não é novo e motivou o meu comentário. Há verdadeiramente matérias cujo impacto humano particular, chama a atenção para fenómenos sociais específicos.


Eduardo Andrade E cuja permanência custa aos que pagam impostos a sua estadia, a tirarem o lugar a quem legitimamente lá deveria estar: alguém que quer tirar um curso para singrar na vida, dando o seu melhor...

Confesso-me o mais humano, o mais falível dos seres... mas como diria a publicidade de um tv por cabo:


Há uma linha que divide...

Há uma linha que me divide de seres humanos que sentem prazer em humilhar o próximo!


Não deixa de ser interessante o facto de os Duces serem os alunos com o maior número de matriculas. Traduzido por outras palavras os Duces são os indivíduos que em vez de terem um percurso académico dito normal são cábulas, repetentes, incapazes de terminar em tempo útil o curso em que se inscreveram. Esses são os lideres da coisa, esses são os exemplos a seguir, esses são os ídolos da cambada.

Chocou-me ouvir a Mãe de uma das miúdas dizer que ela vivia para aquilo (comissão de praxes) e que, de certa forma, teria morrido a fazer o que gostava. Estranha forma de vida quando o objectivo que se persegue, a ambição que se tem é chegar mais alto na estrutura líder da humilhação. Um dia algum sociólogo ou algum psicólogo vai certamente fazer um estudo sobre esta estranha patologia.

Não, quem morreu no Meco morreu a perseguir o objectivo de ser o pior dos maus! A tragédia do Meco é fruto da inconsciência da juventude, é fruto da falta de valores sociais e morais.

Vamos chamar os bois pelo nome… Não há um culpado na tragédia do Meco, há sete culpados. Seis morreram, o que sobreviveu certamente não vai esquecer!


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Hoje fui de manhã a pensar naquela história do rótulo FairGlobe, do chá de uma superfície comercial. Nisto há algo de muito ... ainda não encontrei a palavra. 

Um Ocidental refastelado (em comparação com as pessoas que o cultivam) e com alguma consciência compra um produto, a pensar que está a ajudar os trabalhadores, e se não possui o sentido crítico que levou a questionar tal rótulo, e se tal satisfação era ou real, ficava a pensar que tinha feito uma boa acção.

Fiquei convencido de que não. Mas quem acreditar naquilo fica todo satisfeito, enquanto que está a contribuir para a destruição da floresta, a provocar erosão de solos ricos, a degradar significamente o ambiente para satisfazer o lucro e a nossa apetência consumista. 

Eu tenho aí uma quantidade de chás disponíveis. Basta tratar de os apanhar quando devo. A minha felicidade não está em beber chá Darjeeling ou não. 

E a palavra que procurava era literária, mas está no Código Penal: chama-se Burla. 

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O Plano não é impermeável. Definitivamente bastam umas pingas que caem do telhado, provenientes duma morrinha, para me atemorizar, ou para preferir fazer outras coisas...


Às vezes consigo arguir comigo próprio. Ainda no sábado, face à fraca vontade de ir podar os kiwis, fiquei satisfeito por o P... não me poder vir ajudar. Tinha um motivo para não ir para lá. Fica para outra altura, uma vez que o P... não pode vir - pensei. E disse de mim para mim, em voz alta: 
- Ora aí tens uma boa razão para não ser hoje a tal poda dos kiwis.

E me poder escapar para trás duns auscultadores sem som e dum filtro de pó que parece uma máscara NBQ...

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Há ainda Planos Inopinados, são Micro-Planos, rápidos e executados com o conhecimento de poucas pessoas

 Apesar de ter andado por lá como uma Amanuense refastelado convivi com malta de tropas especiais. Não convivi com o heróis mo dos filmes nem da acção deles, convivi com os homens e convivi com homens cuja vida foi transtornada pela guerra, e com pessoas cujo perfil de ser humano lhe permitiu ultrapassar, até as vicissitudes de um curso que dá direito a usar um boina de determinada cor, que ostentam com orgulho pelo lhes custou ter direito a ela.

E isso envolve o executar de operações destas, como vemos nos filmes, infiltrados, atrás da linhas do inimigo. Até doutrina de formar uma guerrilha em caso de ocupação estrangeira.

Sei isto assim de fonte limpa porque dactilografei fichas de instrução e captei bem a parte teórica daquilo que forçosamente li.

E hoje vou roubar a todas esses conhecimentos que me perpassaram a consciência doutra forma.

A diferença está mesmo em ver um monte de pedras ou um rato, e quanto a isso não se pode mesmo fazer nada.

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Desde que me saiu esta frase dos amores serem definitivos na minha idade, procuro de alguma forma, a posteriori, encontrar na realidade  a correspondência a algo que foi criado num registo apenas literário.

É uma ideia forte esta, e apesar de ser literária, é real. Vejo-me a gostar de andar a pé, de correr, de andar de bicla, de tirar fotografias, de ir a rios e montanhas, ou a empregar a imaginação com que fui apetrechado, em qualquer coisa de útil ou necessária. 

Não tenho objectivos de correr uma maratona, apenas de estar em forma o suficiente para ir correr para o mato sem andar com os bofes de fora e a queixar-me que nem um porco de dores, para poder apreciar a natureza e acompanhá-la com o prazer de fazer desporto. Não a tortura que o imaginei durante malditos 40 anos. Uma ditadura das longevas, esta do meu afastamento do Desporto.

Ainda tenho que arranjar tempo para ler Em Busca do Tempo Perdido, mas isso o mais conveniente é fazê-lo, como tenciono eu fazer, na reforma. Mas são apenas Planos Secundários a que me agarro enquanto não penso/executo.





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Hoje está mais frio que lá fora. Sensibilidades à parte, não tenho dúvidas disso. Mas como O Plano (as caminhadas que dou à noite para preparar o regresso às corridas) o único defeito que tem é não ser impermeável...

Lá fui eu com vontade de ir. 

Com tanta vontade que fugi ao alcatrão e ao conforto da iluminação pública e saí da aldeia. 

Fui abençoado por um daqueles céus em que as estrelas mais próximas (ou maiores?) cintilam na noite escura e sem luzes da povoação.

Ainda conheço a Ursa Menor, mas a partir daí os meus conhecimentos astronómicos resumem-se ao fascínio que a contemplação do céu me traz.

Lembrei-me então do Tio T..., e dos passeios nocturnos que dávamos no verão, e em algumas destas noites assim ele falava-me das estrelas e contava-me histórias da guerra colonial.

Talvez seja hora de tentar preservar algumas das memórias da família para os que vierem daqui a muitos anos...

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Eduardo ... Andrade was out hiking. He tracked 5.25 km in 59m:08s.

He listened to "Fields of the Nephilim - One More Nightmare (Trees Come Down AD)" by <unknown>.
Like · Comment · January 23 at 22:16 





Ainda hoje me sinto perplexo com esta permissão que terei alegadamente dado à aplicação Endomondo para registar as músicas que ouço durante o passeio. Uma banda sonora d' O Plano, portanto. 

Estas "permissões" que vamos dando às aplicações para acederem a determinados blocos de informação que temos nas redes sociais, vão deixando toda esta informação pessoal por aí disponível...

Ainda há pouco tempo uma dessas redes remeteu uma mensagem dum perfil que achava que tinha apagado. Está registada a situação. Ainda não me dei ao trabalho de protestar junto da prestadora desse serviço. Nunca voltando ao perfil, porque isso o reactiva, suponho.




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