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Numa noite de Helvetica não superior a um impulso, sem símbolo.Em vez da multiplicidade da natureza, aquele elemento. A Helvetica é como pigarrear. Antes de não dizer nada senão o que advém das circunstâncias. É a noite reduzida a uma tipografia. O que resta dela. 

 

Destacar aquele elemento. Como se não existisse mais nenhum com interesse para o relevo. Coexistem vestígios das antigas batalhas, sem relevo. Redesenham-se os mesmos animais uns por cimas dos outros, redesenha-se a aparência dos materiais. Evocam-se números. Com símbolos. É esta a incerta concepção da plástica.

 

A plástica revela tudo. Tudo o que se pode dizer a alguém com a especificidade de não ser conhecido esse interlocutor. Golpe de vista e golpe de mão. O símbolo indispensável daquela organização de símbolos. A persistência involuntária de elementos que combinam os átomos em total disponibilidade.

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