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Cromeleque de Almondres - Évora
Estava eu sossegadinho a tomar um café quando na TV passa uma reportagem sobre um bando de malta que foi ver o nascer do sol ao cromeleque de Almondres, em Évora.
Imaginei a felicidade que seria poder dizer: eu estive lá! 
Porque gostava mesmo de ter estado, acho que aguentava os 100 km de bike que ontem consegui fazer de novo ver o nascer do sol. 
Mas isto tudo está relacionado: sinto uma estranha energia, vinda do calor. Sou um lagarto com as baterias a transpirar energia  .
Aliás, acho que foram estas energias e alguma conjugação dos astros que me fizeram esbardalhar (andava com vontade de irritar o corrector ortográfico) contra uns eucaliptos. Eu gosto da natureza, mas não era preciso tanto.

pormenor de escultura alusiva ao ACERT - Tondela
Ainda assim, só quando subir ao Caramulo pelas
eólicas de Mortágua é que me vou sentir com o dever/prazer cumprido. 
Por isso me levantei cheio de sono e lá fui, a pensar que não ia fazer grande treino nem nada. E   por vezes é apenas não decepcionar o meu compincha de bike. Sei que quando eu não apareço ele fica pior que estragado. E a verdade é que quando me insulta por isso tem razão. Calo-me.


 Deixo-o insultar-me à vontade.
 Há alturas de que não sei de onde me nascem as energias e prossigo, com prazer por vezes, outras com sacrifício. 

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