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Hoje fui de manhã a pensar naquela história do rótulo FairGlobe, do chá de uma superfície comercial. Nisto há algo de muito ... ainda não encontrei a palavra. 

Um Ocidental refastelado (em comparação com as pessoas que o cultivam) e com alguma consciência compra um produto, a pensar que está a ajudar os trabalhadores, e se não possui o sentido crítico que levou a questionar tal rótulo, e se tal satisfação era ou real, ficava a pensar que tinha feito uma boa acção.

Fiquei convencido de que não. Mas quem acreditar naquilo fica todo satisfeito, enquanto que está a contribuir para a destruição da floresta, a provocar erosão de solos ricos, a degradar significamente o ambiente para satisfazer o lucro e a nossa apetência consumista. 

Eu tenho aí uma quantidade de chás disponíveis. Basta tratar de os apanhar quando devo. A minha felicidade não está em beber chá Darjeeling ou não. 

E a palavra que procurava era literária, mas está no Código Penal: chama-se Burla. 

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