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Fazes-me falta sem me fazer. O jet lag duma noitada assim faz-se sentir, mas vamos estoicamente aguentando. Nestas broncas até me aguento mais ou menos, não fossem os olhos denunciarem-me.

De vez em quando do nada e com uma conjugação de várias sinergias. E que melhor sinergia do que ir a uma sardinhada a casa dum amigo, que nos recebe  bem e fica feliz por isso.
As teias dos afectos nem sempre são complicadas, sobretudo entre homens. 

Claro que serem simples com as  senhoras não tinha piada nenhuma, se bem que haja gente que exagera bastante, de ambos os sexos, de qualquer forma.

Está uma noite quente e uma lua gorda e passou-me o jet lag, ficava aqui  até de madrugada, com a fome que ando de escrever umas quantas patacoadas.  E o jazz e a ressaca emocional  fazem mossa. É necessário regressar da terra da fábrica do Chocolate, e eu não me chamo Charlie.(1)

O truque é ir à hora normal para cama, se fosse para aí dormir depois de sair do trabalho ficava logo mal disposto, assim só fico amanhã. 
Está tudo controlado. De vez em quando temos que saber com o está o nosso espírito aventureiro. 
E dos limites para os desregramento. 
Para alguns foi à Rimbaud. 

Para os outros talvez seja da lua gorda e do espírito aventureiro. O prazer está fora da nossa zona de conforto. Às vezes está mesmo.

Acho que se esmiuçar-mos o tema far-se-ão comparações com rito antigos e pagãos que adoravam o Sol. O solstício, meus senhores, tem que se diga. Há uma onda de energia a sair não sei de onde, por isso continuo nesta de sport men. Sem muito tempo para andar aí alapado em sornas de escritor. 

(1) Filme de Tim Burton, Charlie and Chocolate Factory.

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