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mudos e hirtos, exército de miniatura, enquanto de novo a chuva volta a fazer-se ouvir, em revoadas. Sem som as sombras nada significam. Queria bem ficar nos versos. As pingas ouvem-se a bater no chão e um automóvel passa célere. O pau no fogão rolou de novo. Agora já não quero saber do lume nem da chuva. As peças são revistas em ritmo de glaciar (e retirar-lhe a cola é o derradeiro teste da colagem, da sua fiabilidade e robustez). Os Cântaros chamam por mim, eu que daqui nem os vejo, nem com binóculos.



Há tantas coisas a chamar por mim e eu aqui, entretido a amontoar caixotes erráticos de colagens improváveis. Vão ver lá fora e tirem vocês qualquer coisa da ideia. Das pedras não que me chegam as ideias que tenho. Outras ideias.
Bom tempo para andar de bicla. 


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