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Gasto imenso tempo a transformar coisas. A recombinar, não o ADN da madeira, mas o aspecto exterior de certas coisas e escrevo rodeado disso mesmo. 


Parece quase uma sala de troféus. Arte barata com a condição do resultado ser quanto baste para passar no exame subjectivo dos meus sentidos.


Sou um pouco obcecado por certas coisas. Limpeza. Arrumação (ainda bem que não conhecem o barracão porque aí reina um caos que não é possível combater, a não ser que vivesse para isso e tivesse tempo para manter tudo organizado).
Estou sempre nisso, de vez em quando tudo o que vejo é arrumado (as meias sem par são uma excepção). 

Para passar o teste tem que haver uma qualquer ordem que me satisfaça nas coisas. E recombino o que já foi recombinado. Até ao resultado final. Há peças que oferecem essa resistência. 

No final no entanto a satisfação é maior. Mas pode ser efémera. Haver um senão e há melhoramentos ou acrescentos que não consigo deixar de fazer.

Não fui capaz de arranjar o portão do Óscar sem lhe acrescentar umas pinceladas à la minute, após a 2ª tentativa de uma tranca aproveitada de um pau seco de oliveira, quase sem luz, porque o candeeiro das ossadas da cabra é bonito mas dá pouca luz e o chapéu de sol também tapa imensa. Mas daqui a bocado vemos o resultado final.

A dificuldade era encaixar o amplificador no bocado de palete que já foi para os pés de uma mesa que nunca pude fazer. Há tantas coisas em cada momento que não podemos fazer.

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