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As badochadas do costume nos locais do costume. Dos livros que decoravam a estante saíram os que lá vão ficar e os livros de cabeceira. Todos os outros, que nunca li, ou que não tenho vontade nenhuma de ler; muitos dos que não leria nunca segunda vez. 

Que valem eles senão fazerem peso? Um alfarrabista, se conhecesse algum, talvez me pudesse ficar com eles. Isso só há longe daqui, por isso ficam ai à espera de um destino. Ficam no embarcadouro.

Há realmente uns quantos livros que já não sei quantas vezes reli ou retornei. Leio de vez em quando o O Livro do Desassossego, como leio outros. Esses estão naturalmente escolhidos, como de cabeceira.

Afinal, trago tantos livros em mim que, para além daqueles, poucos, que me podem valer,  numa aflição, que jamais os poderia ter todos fisicamente.

Comigo só está a marca deixada. Embora nunca tenha faltado ao emprego, no dia seguinte, por isso.

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