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Introdução:



 
Não fazes ideia do que posso fazer por ti...?
 
eu também não, se pensar um bocado sobre o assunto: isto é, não sabendo do que precisas, como posso afirmar que posso realmente fazer alguma coisa? 

Por ti
 
Estarei assim tão convencido da diversidade de competências e habilidades para assim me voluntariar?
 
Poderia seguir-se um rol extenso de tudo o que reputo que posso fazer, todavia isso iria influenciar este jogo.

O que pretendo com esta jac-tâ-nci-a, no limite da ar-ro-gân-ci-a, é afirmar que posso fazer inúmeras actividades, físicas, mentais, por ti (dito assim nem parece nada de especial - deveria dar exemplos...) 
 
No entanto, 
 
Quem precisa deve pedir. Não quer dizer que seja por requerimento. Há tantas maneiras de pedir...
Se puder fazer, faço.
Se não puder fazer não faço, mas declinarei o convite com amabilidade:  umas palavras de ocasião me ocorrerão para não telegrafar: 
 
- ... não posso fazer nada!
 
Não divulgar as possibilidades da doação é contraditório.
Como poderás saber se te posso valer?
 
Devo divulgar uma lista pormenorizada das referidas valências? Isso poderia dar a ideia [correcta] de que sou vaidoso. E que fazê-lo seria uma maneira de engrandecer o ego.
 
 Ajudar alguém: 
interessa a motivação da ajuda ou a ajuda propriamente dita?
 
Em termos práticos a ajuda em si é o mais importante para quem precisa, como a vaidade o será para mim. Ficaremos ambos a ganhar nesta simbiose.
 
Eu tenho vontade de explorar essas virtualidades. Falta quem peça. Voluntario-me sem saber no que engendro. Nem a quem.

Que a necessidade de um seja a capacidade de outro. Experimentem.

[parece o Coro a arengar]

Ao menos podia publicar uma lista de exclusões.
Demasiado exaustiva essa lista, mesmo podendo ser publicada na letra miudinha de contrato de seguro, falta-me tempo e imaginação para isso.

 Há habilidades que poderia pretender ter e não tenho. Há outras que ainda não sei que tenho. Exista quem precise e peça, existirei eu para, na dúvida, e na perspectiva de boa decisão, atrever-me a caminhos desconhecidos.
 
Os limites fui sempre eu que os estabeleci. Até descobrir que os podia estilhaçar e fazer mais e melhor. Por isso elencar com definitiva certeza apenas o que possuo para colocar em prol de ti, é para mim uma incógnita certa, um rumo, uma premissa para viver em vez de sobreviver.  
 
A ouvir: 

I Just Want To Be a Woman
Portishead

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