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Os meus inimigos por perto? Quero paz! Quanto mais longe melhor. 

O Coro:
Errado! 

Os inimigos querem-se o mais perto possível. Para estarmos a par dos seus movimentos. Para permanecermos despertos, alerta. É uma maçada, bem sei. 

Prefiro a praia. Prefiro as pedras e as montanhas. Prefiro os Cântaros. Prefiro os Vales Glaciares. As quedas de Água. As gravuras rupestres, onde estão elas?
 Prefiro pois! 

O Coro:
Fica para lá. Porque não te mudas para lá? Acampas lá e vives da montanha. És capaz de fazer isso? Serias capaz de sobreviver. Sem câmaras de concursos idiotas?

Querem ver? O Coro agora comporta-se como a Comissão Disciplinar do Exército? Eu nunca compareci, felizmente a nenhuma. Nunca tive seque aspirações a comparecer a alguma. Não me dou bem com ambientes hostis. Fico amedrontado. Os pensamentos perdem a fluidez. Faço figura de urso. Gozam comigo sempre!

Uma das razões para A Arte de Não Me Meter Em Sarilhos. É a arte em que gostava de ser um Picasso. Ando atrás dela desde sempre. Já sofri alguns reveses, por KO.

É a arte última a que um homem deve aspirar. Eu nem o chão aspiro. Mas aspiro à Arte. Deve ser para não sentir o cheiro do pó acumulado. Pó dos Pinheiros lavado pela chuva, menos pó para se depositar, em todas as superfícies onde o vemos, aquelas em que ele nos incomoda.

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