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Preciso de fugir para ti. Dispensar a vergonha dos lapsos cometido e de não os repetir (agora a perfeição?). Preciso mesmo de ti. Do ti que está por baixo da capa do ser humano socializado. De ti mesmo, do fundo do teu ser, para compreenderes que não há perigo de derrocada, que basta o desejo de prosseguir sem medo de triunfar onde já houve derrota copiosa. Inundações de sentidos contraditórios, deitadas pelo cano da inverosimilhança.

 

Agora que aqui chego, apenas com certeza, motivação, empenho, tranquilidade e segurança, vou duvidar de quê? A dúvida é como o sal, convém colocar algum por causa do equilíbrio electrólito. É certo que houve adjudicação directa. É certo que é apenas o frágil entendimento de todas as coisas que virão, que prometem e que se desejam para além de um plano ordenado de vontades que se descobrem conciliadas.

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