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E para aqui estive, duende de roupa velha, barba por fazer e cabelo despenteado, em roda de bocados de pedra que não sei qual vai ser o destino. 

Não sei se é teimosia, se é delírio, e perco-me em objectivos que não cumpro, enquanto em ritmo lento, vão saindo. E estupidamente me pergunto porque é que meti tanta cola. 


Eu sei a resposta. E não era preciso fazer isto desta maneira obcecada. Errática. Ora vou buscar as peças que mais gosto, como agora ou tenho mesmo que descolar algumas e reinventá-las (não consigo evitar).

Tudo ao som roufenho de velho carrossel que range as articulações (é o que streaming me faz lembrar). E os delírios prosseguem. Os buracos deixados por peças que estão encaixotadas. 

Aqueles azulejos servem bem para colar umas pedras e pôr na parede.

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