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As actualizações através de comunicado sucedem-se: agora podem fazer isto no Citius velho (consultar na anterior geografia os correspondentes processos, dar informações, obter informações dos mesmos, ir buscar algum modelo de documento para um acto urgente...). 

  

Hoje já se fez alguma coisa nas novas comarcas, ainda sem processos, a zeros. Com subterfúgios, foi possível começar a dar sumiço a pilhas de papeis e de ofícios e de requerimentos, que se foram acumulando ao longo destes dias de inactividade (comecei a ver uma oportunidade de negócio em pedras pisa-papeis...)

 

 

  

Foi por tentativas durante o dia que foi possível aparecer o que já havia aparecido. Um magnífico Citius a zeros, nem os processos que lá deveriam constar, entrados após 1 de Setembro, estão, pois não entraram. As entidades tem que ser todas de novo criadas, para identificar o remetente.

  

A migração dos antigos processos pendentes continua, deste lado, por realizar. Esta será nos próximos dias a questão crucial, trazer à vida nas novas comarcas todos os processos que estão na antiga, com toda a informação intacta.

  

Contornou-se um problema lançando finalmente a normalidade para os novos processos, ainda que o cerne do problema subsista: a migração faz-se ou não se faz? 

  

Decerto que toda a gente bem intencionada a deseja. Espera-se pelo Citius como por Godot? Os processos em curso são os que são importantes, são esses que faltam.

 

Ainda bem que esse contornar apareceu e me permitiu sentir que estou a fazer algo para pegar no que há para pegar e começar a trabalhar a sério. Isto assim não é vida para ninguém.

 

 

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Resumido aquele mal estar pós laboral, com as endomorfinas possíveis de convocar. Custa-me estar impedido de realizar as minha funções, de vegetar à espera que uma aplicação ressuscite para a normalidade dentro da mudança. Sucedem-se as ordens e as consequências. Sucedem-se as descobertas surpreendentes do que a aplicação ainda andou a fazer nas últimas horas de vida. Detectam-se os erros humanos não passíveis de evitar, faz-se o que é necessário como no tempo antes de haver aplicação. Os relatos são de ordens diferentes, de diferentes interpretações e posturas.

 

Hoje senti na voz de alguém a resposta que lhe dei. A sua demanda foi para O Castelo... e esse alguém do outro lado da linha me dá conta que até para vir ali seria difícil arranjar transporte, quanto mais para... até que tudo o que se possa fazer para evitar que vá para O Castelo, ainda vou ter que dizer que lamento muito, mas é assim que estão as demandas. Informações destas darei bastantes, mais do que as que gostaria de dar? É apenas trabalho que foi transferido para mais longe. Abunda o espaço por aqui. Estou aqui, mas não sinto que me posso achar ocupante fixo daquela cadeira, pode o Sr. Klamm a qualquer momento mandar-me chamar, através do mensageiro Barnabás.

 

Aquele ar de prolongamento de férias é que não me larga, começo a sentir falta do que dá sentido à minha existência ali. É apenas esse estado de inutilidade que não gosto de experimentar. De ter sido metido nesta peça tão mal encenada e não poder fugir deste papel ridículo em que me julgo encontrar. Não por muito mais tempo. O esvaziamento do espaço ocupado pelo dobro das pessoas soma-se ao esvaziamento de demandas, ao esvaziamento de utentes. E é mesmo por todos esses utentes sem voz, que não podem influir em decisões, que se decidiu afastá-los ainda mais da casa da justiça. 

 

Alguém antecipou uma catástrofe para a justiça Portuguesa para o dia 1 de Setembro. Já a estamos a onze de Setembro e ainda não se sabe bem o que aconteceu à aplicação. 

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Na frente do Castelo, perscrutando o movimento da grande avenida. Não são as grandes avenidas que Cossery fala, e poderia evocar essa passagem do livro Uma Conjura de Saltimbancos. Tal rumo de identificação com aquele cenário foi feito sob o olhar descontraído de quem não a iria ver na manhã seguinte.

 

O automóvel da Googel Street View assoma à entrada da avenida, entra na mesma e passa em frente de si com aquele equipamento fotográfico nas costas. Só neste momento penso que poderei ter sido fotografado e que a minha cara aparecerá "blurred". 

 

Podia ter pensado nisso. Agora até penso que seria exactamente isso que poderia ter pensado, se não me tivesse ocorrido imaginar (e esta só na imaginação) que a Google estava encarregue de desenhar o Mapa Judiciário. De pensar que nada daquilo que já tinha visto se passaria. Aquele automóvel podia ser a salvação de toda a gente. Ri-se para si próprio, porque sendo isso impossível, só se podia rir da comparação. Podia lá ser, a Google a desenhar o mapa judiciário. Nem nos melhores sonhos isso seria permitido. Além disso desisti de tentar fazer isso uma piada.

 

Enquanto escrevo isto lembro-me logo do GooglePlex e das G-bikes. Agora é que posso começar a sonhar com tudo isso. Na altura não. Arranjei um modelo qualquer lógico, que pode não corresponder à realidade. Dou comigo a imaginar as aplicações (Wintermute levou um impensável tempo para se fundir com o seu irmão Neuromante, levou o livro todo). E posso começar a ver fluxos de dados que tentam encontrar o correspondente local onde ficar alojados, que tentam desesperadamente encaixar-se devidamente, pois de outra forma não seguirão viagem, a viagem dos dados. 

 

Os dados são os mesmos, não se destinam ao mesmo local. Será porque querem que todos façam isso ao mesmo tempo que as estradas dos dados ficaram entupidas, choques em cadeia aconteceram, os veículos com informação agregada misturam-se com outra informação agregada, produzindo desinformação, confusão, perda de confiança. O sonhador pouco percebe de linguagem HTML ou de DBase, jamais conseguirá ter o pormenor dos bits no seu cerébro como Case, para poder contar, não o que acontece no exterior, mas ver mesmo na matriz o desenvolvimento da teia montada para capturar o mais fraco, ou na capitulação voluntária dele. Pode o mais forte recusar-se a interiorizar o mais fraco?

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Fiquei mais descansado. Depois de isentarem a malta do culpa que não temos, faltavam estes esclarecimentos. Em primeiro lugar porque interiorizámos que o contraditório nos serve para a descoberta da verdade. Esta verdade que conheço:

 

«Faltava a ouvir quem sabe, quem O H@bilus/Citius está instalado nos tribunais portugueses desde o ano 2000/2001 e foi desenvolvido de acordo com os padrões tecnológicos da época. Funcionou ininterruptamente até ao dia 26 de Agosto de 2014.
Durante mais de uma década não sofreu qualquer crash que se tenha prolongado por mais de algumas horas, regra geral, paragens devidas a avarias de equipamentos (hardware) ativos ou passivos. Durante o mesmo período foi objeto de diversas auditorias efetuadas por entidades independentes e em nenhuma dessas auditorias é referida inconsistência ou falta de qualidade dos dados.»

 

 

A que desconheço, a verdadeira, a quem aconteceu na sombra e que potenciou este desfecho. Lamento que estes esclarecimentos não cheguem à comunicação social. Chegarão concerteza a quem tiver que avaliar responsabilidades por isto. Ou ninguém vai ser responsabilizado? Mas também podem chegar se tentarmos que chegue através de TODOS OS MEIOS DISPONÍVEIS, porque os meios dos nossos colegas que a criaram, não têm o mesmo alcance dos comunicados do IGFEJ.

 

Apresentado o contraditório, as pessoas farão certamente o seu juízo de valor com mais matéria de facto para o julgarem. Partilhem isto.

 

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Há sempre um assunto à sua medida


Juntar um fato feito por medida e um texto, tirar o corpo do homem, reservar a cabeça, e em vez de um fato cinzento, com riscas verticais brancas, um momento, uma interjeição, uma ironia, uma historieta. 

Podia ser um dizer publicitário. Também posso publicitar o Pancadaria. Os termos são simples, em vez de ser feita uma campanha (na google é fácil, enfiavam descaradamente o Pancadaria no meio de não que pesquisa e levavam provavelmente o internauta ao engano. O Pancadaria pagaria por esse clique. 

Não é que seja injusto. É injusto para o internauta enganado... para o Pancadaria igual, desembolsar dinheiro para enganos? Também não acredito em milagres de publicidade. O que está escrito em milhares de mensagens é a própria publicidade que se deseja.

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A única maneira de poder ganhar alguma compensação monetária (não é ganhar dinheiro), seria colocar publicidade no blogue. O quê? 

Abdicaria em primeiro lugar do controlo que publicidade é feita, fica logo um pouco entornado o caldo, começo a torcer o nariz (embora nunca o tenha, deveras, torcido, nem saiba como o fazer). Imagino-me a dar tareia nos bancos, dos quais nunca gostei, nem de jardim, normalmente pouco cómodos, e uma publicidade sonante ao Banco Luís Sedas, «o seu rendimento a escorregar suavemente, o toque a macio aliviá-lo de preocupações»...(não tenho capacidade de opinião, sobre a nova novela sobre banqueiros, estreada há pouco tempo, porque não ligo a novelas televisivas e nem me atrevo a imaginar tudo o resto). 

Em segundo lugar não ia ganhar nada e se ganhasse seriam uns tostões. Não tenho jeito para isso. Para negócios. Não é por serem na internet que eles me iam correr bem. Prefiro o pagamento aleatório em leituras. Estragar a aparência com uma publicidade que dessas dos perfumes que transformam qualquer estafermo num tipo irresistível e misterioso. Uma publicidade honesta a detergentes ou uma promoção do quilo de cenoura não faria mal nenhum. Não imagino a malta a abandonar a leitura do texto para ir comprar cenouras a 0,29 cêntimos. Não imagino a malta a clicar em anúncios, da mesma maneira que eu não o faço. E sei lá o que me iam fazer à aparência, seria quase como tatuar uma anúncio ao sabonete Eustáquio ou farinha Neve Eterna. 

A ideia de tatuar uma grande superfície comercial nas costas, para a exibir na praia, não me parece de todo de rejeitar. Só para tipos altos e espadaúdos. De onde se alimenta toda a gente, senão do que há nos supermercados. 

A remuneração dos tais cliques é irrisória, e ao fazê-lo o leitor clicante abandona o Pancadaria para ir às bolachas Olé ou ao café Bago Dourado. Em vez de ficar por aqui ver se há algum texto que lhe sirva.

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Ainda não escrevi nada e este tipo já está aflito, porque não conseguia guardar o nada que aqui estava escrito. Espanta-me que não seja sensível a isso. Vim ter aqui com um clique decidido. Estava aqui e já me tinha ido embora, ao voltar deparo com a faixa rubi, a avisar de que não tinha sido possível guardar. A opção foi ignorar tal interrupção na salvaguarda temporizada. Se nada havia para guardar, nem uma frase. Também serviu para me dar conta de que, apesar do clique decidido, ainda não sei porquê estou aqui. Não estou demente, não sofro de nenhuma doença mental. Estou no uso regular das faculdades mentais. Sei evidentemente, que neste rectângulo a imitar uma folha de papel (continuo, sem os furinhos das impressoras matriciais), se pode escrever, escolher entre sete (número muito suspeito, senhores do Blogger) tipos de letra, mais pequeno, pequeno, normal, grande e maior. Escolhas a mais visto ainda não ter a certeza de qual o melhor tipo de letra para o exterior. Para aqui, sei que não há o tamanho que quero. Talvez vá Enviar opinião. Quando me apetecer. 

Há também os inefáveis Bold, Italic e Underline. Com escolha de cor e de fundo. Há atalhos para fotografias, link e filmes (do Youtube, a pobreza é franciscana em imagens móveis). O inevitável alinhamento de texto. Nunca precisei das numeração automática, muito menos dos símbolos antes de cada novo parágrafo. Falta um alinhador de altura do texto. Sei como isto funciona. Continuo sem saber o motivo de estar aqui.

É uma falta de educação entrar-se na casa de alguém, não lhe dirigir a palavra, neste caso, como é uma moradia digital, não se colocar um Link. Ainda me lembrei que fosse por causa do concurso para concluir qual o tipo de letra e o tamanho adequado aos leitores, ou visitantes, ou público-alvo (a tecnologia é mesmo fria!). Sou muito renitente à acção-resultado de concursos. 

Estando farto de falar, ainda não disse nada, isso é que é falta de educação. Começo com reclamações, como se os dramas domésticos fossem conversa para se ter em público. A certo ponto quase que resvalo para tornar isto um tutorial incompleto para tipos mesmo muito nabos. Como sempre isso seria fastidioso e aborrecido, ainda mais aborrecido do que estas justificações que ninguém pediu, vale mesmo mais pedir para ser apreciado, sem ser famoso, do que pedir justificações. Ninguém gosta de ouvir justificações, nem plausíveis, nem das outras todas. Por isso ninguém, nem em textos mortos, as pede. 

Esplanadas de observação mundial não existem, apenas as cadeiras com vista para três modernas bombas de combustível, o sangue do avassalador mundo moderno. Sei que sou mal agradecido, Que podia até não haver nenhuma esplanada. Uma que pudesse depreciar as vistas. Talvez me tenha sentado lá três ou quatro vezes. Nessas noites, nunca vi as bombas de combustível nessa missão alimentar este modo de vida, talvez estivesse de costas ou mesmo que as olhasse, não as via. Nem assim. Também não tinha interesse nenhum por esplanadas, mesmo em conceito, que são as que mais frequento, por esse motivo. Três mesas exteriores, sob a protecção toda poderosa de uma cobertura moderna, com lâmpadas néon e tudo. Podem ser consideradas uma esplanada?

É por isso que frequento esse conceito da grande esplanada mundial, a qual fisicamente pode ocorrer em alguns momentos e locais, em esplanadas mesmo ou em qualquer ajuntamento que envolva estrangeiros. Estrangeiros de fora. Há tantos estrangeiros por aqui, que falam a mesma língua. Os estrangeiros são tipos a quem não ligamos nada, como a tantos conterrâneos. Chamar-lhes estrangeiros só porque vivem mais longe não chega. E os de cá são o quê? 

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F11

19.07.14
O F11 é um chamariz, para que entre no jogo, um artificio mental. Mais que a pancada seca na tecla. Para fechar a porta a outros divertimentos. Para que tudo aquilo se assemelhe a uma folha de papel, colocada numa máquina de escrever, com poucas distracções à volta. Entrar dentro do quadro e insuflar-lhe vida, da mesma maneira que as pinceladas de tinta dão forma e cor, vida, ao quadro, à representação. Esboços; traços gerais; personagens vagas, sem cheiro, sem cara, avatares.  


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O Bitaites, sobre o qual pretendo desde o principio deste blogue escrever algo, atravessou-se hoje no meu caminho. Mas felizmente, sempre no bom sentido.
Da descoberta, da tentativa de melhorar.
O gajo, o Marco Santos, usa o Wordpress como plataforma do blogue. E a estética do Bitaites é simples, é fixe, tá bem organizada com etiquetas e vi logo ali que havia mais ferramentas disponíveis para poder trabalhar. Melhorar, enriquecer, torná-lo simples, atractivo.Uma coisa em branco ou cinzento, de cores suaves e arrumado, prático também para mim.
E apesar de apenas ter esboçados umas quantas pinceladas, consegui rapidamente personalizá-lo para algo de diferente e aperceber-me de algumas ferramenta extras e de algo mais que não consigo definir. Talvez know how. Isto não é uma critica para os da casa. Apenas que estarão num estádio de desenvolvimento inferior. É a ordem natural das coisas. 
E assim, digam também vocês algo.
É que a casa é muito grande e a visibilidade e a conexão com o mundo Google (com o Picasa e o inevitável Youtube, na partilha e na comunicação, não deixam de ser elementos que diria quase cruciais). Por um lado a estética melhorada, as ferramentas disponíveis para melhorar a qualidade daquilo que postamos. Por outro a visibilidade e a interconectividade dos anfitriões ...
Mas estas considerações são tecidas a quente. Portanto vale mais mostrar um pouco das minhas incertezas.

Queria igualmente através dum print Screen mostrar os resultados para "pancadariaoanoitecer", este blogue e "pancadariaaoentardecer", do Wordpress que criei e para o qual migrei o conteúdo todo deste. Os blogues tem um nome formal igual, apenas por uma desatenção minha são endereços diferentes. Isso impossibilita provar a minha teoria de que os resultados para a mesma chave seriam inevitavelmente diferenciados por um algoritmo da Google por forma a dar como primeiros resultados os do actual blogue. Mas isso não me espanta nada nem tenho nenhum reparo a fazer. É perfeitamente legítimo. Ainda assim vejam certa diferença:

pancadaria ao anoitecer - Google (o nome é fixe)

pancadaria ao entardecer da Wordpress (o nome é fixe)

Bom e para terminar, usa Ubuntu (temos que tentar seguir quem sabe da poda)



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