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De todo este artigo, destaco estes parágrafos e um comentário da minha autoria... até porque aqui me permito destacar a negrito as que mais me impressionaram, o relato da primeira parte não é novo e motivou o meu comentário. Há verdadeiramente matérias cujo impacto humano particular, chama a atenção para fenómenos sociais específicos.


Eduardo Andrade E cuja permanência custa aos que pagam impostos a sua estadia, a tirarem o lugar a quem legitimamente lá deveria estar: alguém que quer tirar um curso para singrar na vida, dando o seu melhor...

Confesso-me o mais humano, o mais falível dos seres... mas como diria a publicidade de um tv por cabo:


Há uma linha que divide...

Há uma linha que me divide de seres humanos que sentem prazer em humilhar o próximo!


Não deixa de ser interessante o facto de os Duces serem os alunos com o maior número de matriculas. Traduzido por outras palavras os Duces são os indivíduos que em vez de terem um percurso académico dito normal são cábulas, repetentes, incapazes de terminar em tempo útil o curso em que se inscreveram. Esses são os lideres da coisa, esses são os exemplos a seguir, esses são os ídolos da cambada.

Chocou-me ouvir a Mãe de uma das miúdas dizer que ela vivia para aquilo (comissão de praxes) e que, de certa forma, teria morrido a fazer o que gostava. Estranha forma de vida quando o objectivo que se persegue, a ambição que se tem é chegar mais alto na estrutura líder da humilhação. Um dia algum sociólogo ou algum psicólogo vai certamente fazer um estudo sobre esta estranha patologia.

Não, quem morreu no Meco morreu a perseguir o objectivo de ser o pior dos maus! A tragédia do Meco é fruto da inconsciência da juventude, é fruto da falta de valores sociais e morais.

Vamos chamar os bois pelo nome… Não há um culpado na tragédia do Meco, há sete culpados. Seis morreram, o que sobreviveu certamente não vai esquecer!


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